#brisa da consciência
- augustopsic

- 25 de jun. de 2018
- 1 min de leitura
Atualizado: 4 de jun.

Foto: Leonardo Augusto de O. Lopes, "Cachoeira" de Nuvens.
Poesias do autor: Leonardo Augusto de O Lopes
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Não sei por que insisto neste ato: escrever
Dar forma que sonora o sentimento dito
Fiel à dor que espeta uma emoção de existir
Mas não sei por que fazê-la...
Elaborar palavras, já criadas,
nossas crias de humanidade
Em gramáticas sagradas,
as liturgias e filosofias!
Em poéticas libertadas
por fórmulas invisíveis,
de métricas críveis
por atos escritos, digitados, ruminados... falados.
Não sei como e nem por quê...
Insisto em me descrever
com verbos fonêmicos (sons de ser).
Ao ato de crer
mais no que se deve escrever,
ou dizer que também é o fazer
e refazer...
///
Pensando sobre a vida...
Sempre há vida!
E quis fazer uns versos,
Umas músicas,
Artes...
Pensando assim,
Lembrei-me da rede movida
Novamente querida
E quis fazer parte
Das noites e dos dias
Não quis mais dormir
Do refúgio em ser
Pensei somente no fazer...
E sem querer
Não a vi d'aonde eu vi...
mas
Fiz música, fiz versos,
Bajulei a arte!
Somente assim,
Sem pensar em ti
A senti
De longe, percebi
que a vida do
Puro sentimento
é do Amor de criar.
De longe de mim...
não a vi.
A mágica vida
E o ímpeto de pulsar
Amar ou Odiar, ah...
Só quero Vida para amar!

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